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Prêmio Jovem Cientista 2018: conheça os vencedores e seus projetos

Estudos com cascas de maracujá, histórias em quadrinhos e tecnologia sensorial estão entre os ganhadores

Com o tema “Inovações para Conservação Natureza e Transformação Social”, a 29ª edição do Prêmio Jovem Cientista condecorou 10 pesquisadores brasileiros que desenvolveram trabalhos voltados ao meio ambiente. Além do reconhecimento, os vencedores irão receber bolsas de estudos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para desenvolverem projetos de iniciação científica.

Os ganhadores foram anunciados no dia 30 de outubro de 2018, na sede do CNPq, em Brasília (DF). O apresentador da cerimônia foi Álvaro Pereira Júnior, repórter de ciência e tecnologia do Fantástico, programa da TV Globo, e que possui formação em Química. Os projetos do Jovem Cientista abordam a produção de materiais sustentáveis, preservação de vegetação, tecnologia aliada no combate à poluição e até inclusão social.

Após analisar mais de 1.555 projetos inscritos, uma comissão escolheu os três primeiros colocados em três categorias (divididas por nível de escolaridade). Também foram entregues condecorações para uma cientista de destaque e para as instituições educacionais que mais apresentaram candidatos qualificados ao Prêmio Jovem Cientista. Conheça os vencedores do Ensino Médio:

Juliana Davoglio Estradioto, 18 anos, é aluna do Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul. Ela ficou em primeiro lugar com seu filme plástico biodegradável, feito a partir de cascas de maracujá. O produto pode substituir embalagens de mudas de plantas, que acabam produzindo muito lixo na agricultura.

A segunda posição ficou com Sandro Lúcio Nascimento, do Colégio Estadual Norberto Fernandes, em Caculé (BA). O jovem desenvolveu um sistema de captação de água de chuva para a escola, no qual utilizou garrafas PET no lugar de tijolos e cimento ecológico feito com fibras de coco.

E quem conquistou a terceira posição foi Leonardo Silva de Oliveira, do Instituto Federal de Educação do Ceará (FCE). Ele criou o aplicativo para celular AQUAMEAÇA, que permite inserir informações e monitorar perigos para a qualidade de ambientes aquáticos, tais como rios e mares. Entre as ameaças estão o descarte incorreto de lixo, despejo de esgoto ou pesca ilegal ou excessiva.

Todos ganharam um computador laptop.

Fonte: Revista Galileu (https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/10/premio-jovem-cientista-2018-conheca-os-vencedores-e-seus-projetos.html)

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